UMA vez que havia tanta especulação em torno dos “discos voadores”, o governo dos Estados Unidos se viu coagido a fazer uma investigação oficial. Visto que a preocupação do governo era manter longe do país as aeronaves inamistosas, a tarefa foi atribuída à Força Aérea. Um projeto inicialmente chamado “Sign” (Sinal), daí “Grudge” (Ressentimento), e por fim “Blue Book” (Livro Azul), foi chefiado por um oficial cujo dever era receber os relatórios e solicitar as investigações, conforme parecessem necessárias.
Mais de 10.000 casos foram arquivados durante dezoito anos. Destes, decidiram que 94 por cento poderiam ser explicados por meio de causas naturais. E, com respeito à sua responsabilidade direta, disseram que os outros 6 por cento não representavam ameaça alguma à segurança nacional.
Assim, a Força Aérea considerou cumprido o seu dever. Mas, os 6 por cento dos casos não explicados foram entendidos por alguns como sendo inexplicáveis, e eram apresentados por aqueles que promoviam a idéia de visitantes de outros planetas, como prova de suas teorias. E, tinha-se de admitir que, logicamente, 600 pessoas — ou até mesmo seis, a bem dizer — que talvez tivessem visto um verdadeiro “disco voador” não poderiam ser provadas erradas só porque 9.400 outras pessoas tinham visto outra coisa que erroneamente consideraram como “disco voador”.
domingo, 30 de maio de 2010
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