Em pouco tempo, a câmera da Pathfinder fez o levantamento da topografia circundante. Situada numa larga planície batizada de Chryse Planitia, que significa “planícies de Ouro”, próxima de uma área chamada Ares Vallis, ou “vale de Marte”, a Pathfinder revelou uma superfície pedregosa, com elevações e depressões suaves, e morros distantes — ideais para o Sojourner explorar. Esse competente robozinho de 65 centímetros de comprimento deveria obter imagens do planeta com uma câmera e medir a quantidade de elementos químicos nas rochas e no solo com um espectrômetro.
Os cientistas e os engenheiros da missão iniciaram a exploração com o Sojourner. Como os sinais de rádio levam muitos minutos para viajar entre a Terra e Marte, os operadores da missão não podiam dirigir o Sojourner diretamente. O Sojourner dependia muito de sua própria capacidade de evitar perigos no relevo marciano. Fez isso usando feixes de laser para determinar o tamanho e a localização das pedras no caminho. Daí, o seu computador determinava se ele devia passar por cima das pedras, caso fossem pequenas, ou dar a volta, se fossem muito grandes.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário