Contudo, para alguns de seus entusiasmados defensores a ISS é mais do que um simples laboratório flutuante. Acham que com ela se atingirão os ideais do Programa Apolo, que deixou uma placa na Lua com a inscrição: “Nós viemos em paz, em nome de toda a Humanidade”. Depois de chamar a ISS de “laboratório para a paz”, o septuagenário astronauta John Glenn acrescentou: “[Ela] permitirá que 16 nações cooperem no espaço em vez de ficar imaginando meios de prejudicar umas às outras na Terra.” Ele e outros encaram a ISS como um lugar onde as nações podem aprender a cooperar em projetos científicos e tecnológicos que nenhuma delas pode bancar sozinha, mas dos quais todas se beneficiariam.
Muitos, porém, ficam imaginando se as nações realmente cooperarão de modo pacífico no espaço, visto que não conseguem isso na Terra. De qualquer modo, a ISS resulta do impulso humano de tentar desvendar o desconhecido e aprender o que se passa por lá. De fato, esse colossal projeto ilustra a sede de aventura do homem e sua paixão pela descoberta.
terça-feira, 25 de maio de 2010
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